HOME / COMITE ORGANIZADOR / COMITE CIENTIFICO / CIRCULARES
AGENDA / CONFERENCIAS / PANELES / MESAS / SIMPOSIOS / NORMAS EDITORIALES
INSCRIPCIONES / HOTELES / DESCARGAS / BIBLIOGRAFICAS / CONTACTO


conferencias


MIGUEL ALBERTO BARTOLOMÉ
Pluralismo Etnico e Interculturalidad en América Latina

Miguel Alberto Bartolomé es Licenciado en Antropología por la Universidad Nacional de Buenos Aires (1971) y Maestro (1978) y Doctor en Sociología por la Universidad Nacional Autónoma de México (1985). Desde 1973 se desempeña como Profesor e Investigador Titular del Instituto Nacional de Antropología e Historia adscripto al Centro Oaxaca. Desde 1986 es Investigador Nacional de México Nivel III por la Secretaría de Educación Pública-Consejo Nacional de Ciencia y Tecnología. Es Miembro Regular de la Academia Mexicana de Ciencias.
Ha realizado investigaciones antropológicas, totalizando más de seis años de trabajo de campo, entre grupos indígenas de Argentina (Mapuches, Matacos, Guaraníes), Paraguay (Guaná, Apyteré, Ayoreo, Avá-Katú-Eté), México (Chinantecos, Mayas, Chatinos, Nahuas, Mixes, Chochos, Ixcatecos, Chontales, Zoques, Mixtecos) y Panamá (Kunas).
Es autor, co-autor y editor de 17 libros y más de 80 ensayos sobre la cuestión étnica en distintos países latinoamericanos. Entre ellos se destacan: El Rey Cong-Hoy: tradición mésiánica y privación social entre los Mixes de Oaxaca,  Etnicidad y pluralismo cultural: la dinámica étnica en Oaxaca, La presa Cerro de Oro y el Ingeniero el Gran Dios: relocalización y etnocidio chinanteco en México, La pluralidad en peligro: procesos de  transfiguración y extinción cultural en Oaxaca, Autonomías Etnicas y Estados Nacionales, Configuraciones étnicas en Oaxaca: perspectivas etnográficas para las autonomías, y Atlas Etnográfico de Oaxaca.
Ha sido profesor de la Universidad Nacional de Buenos Aires (1968-1971); de la Escuela Nacional de Antropología e Historia de México (1972, 1981-1982); de la Universidad Iberoamericana de México (1972); de la Universidad de Yucatán (1975); de la  Universidad Benito Juárez de Oaxaca (1985-86); de la Universidad Nacional de Misiones (1987), La Plata (1999) y Salta (2001) en Argentina; de cuatro universidades en Brasil entre 1986 y 1990 (la Universidad Federal de Bahía, la Universidad Federal de Santa Catarina, el Programa de Doctorado de la Universidad Federal de Río de Janeiro y el programa de Doctorado Conjunto FLACSO-Universidad de Brasilia); de las universidades de Tarragona, Rovira y Virgili en España (1994 y 2000); de la Universidad Complutense de Madrid, también en España (2002); y de la Universidad de Leiden en Holanda (1998 y 2004).

 

JOÃO PACHECO DE OLIVEIRA
Os movimentos indígenas hoje: estratégias, persperctivas e seus
reflexos no fazer antropológico

João Pacheco de Oliveira é Professor Titular de Etnologia do Museu Nacional/UFRJ, onde orienta pesquisas e ministra cursos no Programa de Pos-Graduação em Antropologia Social (PPGAS). É também pesquisador do Conselho Nacional de Pesquisas/CNPq. Desde 1974 vem trabalhando com os índios Ticunas, do Amazonas, onde realizou seu mestrado (1978, pela Universidade de Brasília) e doutorado (PPGAS/Museu Nacional, 1986). Em 1985, juntamente com líderes indígenas, fundou o MAGUTA - Centro de Documentação e Pesquisa do Alto Solimões, atualmente funcionando como Museu Maguta e dirigido pelos próprios indígenas. De 1985 a 1993 coordenou o Projeto Estudo de Terras Indígenas: Invasões, Usos do Solo e dos Recursos Ambientais, com apoio da Fundação Ford e do CNPq, realizando um amplo monitoramento das políticas públicas relativas aos povos indígenas.
Além de artigos publicados em revistas no Brasil e no exterior, é autor, entre outros, dos seguintes livros: O Nosso Governo: Os Ticuna e o Regime Tutelar (1988), Indigenismo e Territorialização: Poderes, Rotinas e Saberes Coloniais no Brasil Contemporâneo (1998), Ensaios em Antropologia Histórica (1999), Reconhecimento Étnico em Exame: Dois estudos sobre os Caxixós (2003) e A Viagem da Volta:Etnicidade, Política e Reelaboração Cultural no Nordeste Indígena (2005). É atualmente coordenador do Laboratório de Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento/LACED e Curador das coleções etnológicas do Museu Nacional, dedicando-se sobretudo a uma antropologia da colonialismo e ao diálogo entre Antropologia e História.
Foi presidente da Associação Brasileira de Antropologia/ABA de 1994 a 1996, continuando a participar de diversos comissões, sendo no momento o coordenador da Comissão de Assuntos Indígenas/CAI.


Secretaría - 8° Congreso Argentino de Antropología Social